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Novidades

  • Revista v. 15, n. 01
    Lançada a nova edição da Psicanálise & barroco em revista.
    Postado em 12 de out de 2017 22:06 por Equipe Psicanálise & Barroco em revista
  • Revista v. 14, n. 02
    Bomba! Bomba!
    Enfim uma boa notícia!
    Acaba de ser lançado o novo número de Psicanálise & Barroco em revista!

    Abriremos esse novo ano com artigos que confirmam nosso gosto pela boa leitura.
    Esse número inaugura uma reforma geral. Mudamos nosso visual, agregamos recursos técnicos possibilitados pela ampliação de nossa equipe.

    Postado em 24 de dez de 2016 15:36 por Equipe Psicanálise & Barroco em revista
  • Revista v. 14, n. 01
    Visite o último número de nossa revista, a revista v. 14, n. 01.

    O caráter transdisciplinar de nossos artigos se intensifica fazendo com que nossa interlocução com diversas áreas se reafirme cada vez mais intensa. Participam desse número, sobretudo, psicanalistas, psicólogos, filósofos e advogados. Selecionamos artigos provenientes na sua maioria de psicanalistas; mas não apenas, já que acolhemos trabalhos que nos foram encaminhados do campo da Psicanálise, Arte, Memória, Filosofia e Literatura, que trazem luzes importantes para a interlocução com a cultura, enriquecendo nossa revista.
    Postado em 16 de out de 2016 13:23 por Equipe Psicanálise & Barroco em revista
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Sobre a Revista

Psicanálise & Barroco em revista é um periódico eletrônico, editado semestralmente desde 2002, sustentado por uma perspectiva transdisciplinar que privilegia a interlocução da psicanálise com os mais diversos campos da cultura.

Vinculada originariamente, ao Núcleo de Estudos e Pesquisa em Subjetividade e Cultura sediado na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF/MG), veio a constituir-se, a partir de 2009 como periódico do Programa de Pós-Graduação em Memória Social da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO/RJ), ligado a linha de pesquisa Memória, Subjetividade e Criação, acompanhando a redistribuição de sua editora, Denise Maurano.

A inspiração primeira para a proposta da revista foi contribuir para a ampliação de canais de interlocução da psicanálise, mais precisamente de sua ética própria, com os mais diversos campos da cultura, como as artes, a filosofia, a literatura, a educação,  dentre outros, e o destaque dado ao barroco adveio de uma pesquisa que averiguando as afinidades entre a psicanálise e o barroco, tomou este último como uma alavanca metodológica que bem se alinha aos reviramentos e torções necessários para a sustentação de uma produção dinâmica que favorece a flexibilidade do pensamento, sem perder o rigor de sua construção.

Intencionamos com esse veículo promover efetivamente, nossa intervenção na cultura. Embora valorizemos o espaço favorecido pela academia para essa realização, entendemos que para além e para aquém do que o saber acadêmico pode trazer como ganho, este não abarca a imensidão da experiência que busca produzir muitos modos de entendimento, as vezes tão, ou mais válidos de que o acadêmico. Daí o espaço que reservamos também para ensaios, para arte e para literatura.

A questão “O que devo fazer para ser feliz? " está no centro de toda reflexão ética. A referência à ética diz respeito à maneira de se pensar a relação do sujeito com sua ação. No que se refere à psicanálise, vale tanto compreender qual é o sentido da intervenção de um psicanalista, tanto quando intervém na clínica, quanto quando interfere na cultura. Em ambos os sentidos o que encontramos é uma concepção da condição humana perpassada pelos impasses e conflitos inerentes à própria humanidade. Nesse sentido a psicanálise não trabalha nem com visões ideias de sujeitos, nem com idealizações do mundo. E dessa forma, nos interessa dialogar com todas as concepções de outros campos do saber que se orientem por perspectivas éticas afins a essa.

A arte barroca parece ser a expressão plástica e literária do sujeito tal como abordado pela ética psicanalítica, trazendo subsídios de visibilidade para a difícil transmissão dessa ética, que foi, e ainda é, tantas vezes confundida com éticas psicológicas e filosóficas diversas. A partir de então, acabam dando ensejo à lamentáveis distorções da ética freudiana.

Com isso, a aliança psicanálise & barroco nos serviu à múltiplas finalidades. E, desde que fomos acolhidos no PPGMS/UNIRIO, por um destino natural desse feliz encontro com esse programa que é multidisciplinar, intensificamos nossa interlocução com o campo da memória social, do direito, das ciências sociais, da política, seguindo o fluxo do que nos aflige em cada momento específico. Buscamos com a revista, promover sobremaneira um lugar de convergência de artigos, de ensaios, enfim de intervenções que primem pela socialização do saber, pela ampliação de trocas, e pela valorização da ousadia que implica um pensar efetivo e comprometido com o mundo que o cerca.

Assim, recebemos e convidamos autores para publicação de artigos, ensaios, estudos de casos, entrevistas, resenhas,  de diversas áreas, tomando como fio condutor o compromisso ético  da psicanálise de buscar ampliar nosso entendimento da condição humana, da clínica e da cultura, a partir de múltiplas interfaces que nos apontam para uma abordagem do saber, que cresce na parcialidade e não se atemoriza com a insuficiência, mas pelo contrário, estimula-se com ela. Por isso mesmo o rigor ético é nosso leme.

Embora não trabalhemos, de praxe, com números temáticos, isso não impede que os temas conspirem e confluam privilegiadamente em determinados números, como vocês podem observar. Pretendemos sempre ampliar e agilizar nossas possibilidades de interlocução, por isso, sejam todos bem-vindos, tanto para desfrutar, quanto para contribuir com nosso trabalho.

Por Denise Maurano Mello e Nilda Martins Sirelle 



Arte Barroca 1