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Revista v. 09, n. 01

Entramos no nono ano de publicação de Psicanálise e Barroco em Revista. A diversidade dos campos contemplados neste periódico indicou sempre, de algum modo a psicanálise e o barroco como lentes ou alavancas metodológicas para se pensar a cultura, a arte, a literatura, a memória, e a filosofia. Por vezes, isso se deu através de profundas afinidades, outras, apontando divergências, e outras ainda, via reflexões que embora sem terem relações diretas com os campos relacionados, ainda assim, apresentam elementos fecundos para o enriquecimento do diálogo.

Como comentamos no Editorial anterior, com nossa migração para a UNIRIO, estamos nos preparando para utilizarmos a Plataforma SEER/OJS, que é um software de gerenciamento de periódicos eletrônicos, distribuído pelo IBICT, como ferramenta de edição. Isso implicará mudanças nos modos de encaminhamento dos trabalhos e uma maior agilidade em nosso processo de edição. Outra novidade será a divisão da Revista em diversas seções com gerentes específicos de Psicanálise, Arte, Memória, Filosofia e Literatura. 

Nesse número, ainda não setorizado, fomos contemplados com o recebimento de artigos primorosos que pudemos selecionar para oferecer a vocês. O primeiro deles Torções: do modernismo ao barroco – Notas sobre as publicações psicanalíticas no Brasil, diz respeito a uma tradução de um texto ainda inédito no Brasil, publicado originalmente na Revista francesa Essaim n. 7. O trabalho de autoria dos psicanalistas Denise Maurano e Marco Antonio Coutinho Jorge oferece alguns dados fundamentais para a composição da memória do panorama institucional da psicanálise no Brasil – inclusive com a apresentação de uma árvore genealógica – e sua evolução editorial desde a sua entrada no país até o ano 2000.  Tais dados são apresentados através de uma reflexão crítica que articula a facilidade de inserção da psicanálise no país às características barrocas de nossa cultura, afeita à torções e paradoxos, dado o hibridismo presente em sua constituição. Com isso os autores pretendera focalizar o modo singular pelo qual a psicanálise fez aqui sua inscrição e ganha seus desdobramentos.

Bom, já que o barroco é a prata da casa ele reaparece freqüentemente, como no caso do texto seguinte Sobre a melancolia e o Barroco em Walter Benjamin: investigações freudianas do também psicanalista Fellipe Castelo Branco que com sua formação também em filosofia, trouxe preciosas contribuições para a revalorização e elucidação do conceito freudiano de melancolia, ao entrecruzá-lo com elementos do pensamento benjaminiano. O Barroco, não enquadrado na história, mas tomado como idéia para Benjamin, tem sua origem em uma discussão sobre o devir dos fatos, que ainda que buscando transcendência, e transcendência em Deus, tem nessa promessa um correlato da morte. Com as provocações mundanas e imanentistas do Barroco, evidencia-se paradoxalmente uma superexcitação do desejo de transcendência, desejo esse do qual o melancólico sente nostalgia, já que como o autor do artigo sublinha este “goza de um saber sobre a morte, vazio de qualquer teologia”... Assim, num processo de culpabilização, ele ama a transcendência perdida definitivamente e se coloca no lugar vazio dessa perda, de onde retira seu amargo saber. 

O artigo seguinte, O amor e seus enlaces, das psicanalistas Luciana Del Nero e Ana Maria Costa, situa o estatuto das crônicas que Clarice Lispector publicou no Jornal do Brasil entre 1967 e 1973 sublinhando a importância do laço amoroso entre a escritora e seus leitores. Supõe a experiência inominável de confrontação com o Real que marcaria na obra desta autora um momento de mudança estilística, na qual suas narrativas adotam cada vez mais ares fragmentários, cuja função maior é a transmissão de sensações e afetos, livre das amarras dos gêneros literários. Destaca que a prevalência da paixão é paga com o padecimento do corpo e com o risco deste não se sustentar mais em suas malhas imaginárias.  Neste momento, o artigo valendo-se da teorização de Lacan, aponta nessa experiência o remetimento à Deus através de  mulher, numa expressão radical do feminino relativo a um gozo que lhe é próprio, no qual diante da confrontação com o Real inominável que tem a morte no seu horizonte, urge que seja forjado poeticamente “um nome  que opere efeitos de estrutura” “[...]fazendo da pulsão de morte uma fonte inesgotável de vida”, o que se configura não apenas nesse fazer artístico de Clarice, mas também na inscrição de todo ser falante no campo da linguagem.

Endossando a temática do feminino, também muito freqüentada por este periódico, selecionamos também Além do falo: uma mulher e o gozo feminino de Raquel Briggs de Albuquerque. Nele, a psicanalista focalizando o fascínio que o feminino evoca, enquanto campo obscuro e enigmático, o relaciona ao campo do significante e ao do gozo. Baseia-se em Freud para apontar que no inconsciente a diferença anatômica entre os sexos é significantizada pela problemática do ter ou não ter o falo, e que a pulsão nos humanos, diferentemente dos instintos nos outros animais, torna possível que, independentemente do corpo que habitamos, nos coloquemos do lado feminino ou do lado masculino das relações, desnaturalizando nossa relação ao sexo. È nessa perspectiva o amor aparece como fazendo suplência a essa perda do natural, colocando em questão ambos os sujeitos como desejantes, apontando um para além da norma fálica como divisor de águas, e indicando a possibilidade de um gozo Outro, não fálico.

Em nosso próximo artigo, Marcus Vinicius Resende Netto, a partir de sua experiência hospitalar, nos apresentam O médico, o analista e o monstro, em remetimento ao romance O Médico e o Monstro de Robert Louis Stevenson, para criticar a neuromania que ganhou espaço desde a última década do século passado com o surgimento das neurociências. Sem negar os avanços e benefícios por ela trazidos ao campo da saúde mental, o autor interpreta a resistência à psicanálise gerada pela ênfase no organicismo como uma manifestação de cunho muito mais afetivo que intelectual. A descoberta do inconsciente, indicando a existência e operacionalidade de um saber que escapa ao médico e que coloca o paciente no primeiro plano de sua produção, contraria a lógica que situa o saber do lado do médico. Essa reviravolta atinge a ética que orienta a intervenção do analista e aponta seu lugar a ser ocupado no jogo transferencial que se instaura na relação do paciente com o analista, ainda que este esteja fora do setting analítico tradicional, ainda que este esteja num contexto institucional, como é o caso do hospital.

O artigo Don Juan e a impossível última página, de Danielle Assis de Souza envereda por questões da clínica psicanalítica, no âmbito das produções literárias, em especial no que concerne à figura sedutora de Don Juan, tomada em seu viés histérico. Assim a autora realiza, em sua escrita, interessantes aproximações sobre as manifestações da histeria no homem recorrendo à temática do narcisismo. Daí focaliza a questão da castração e da falta. Falta, satisfação e completude são as vertentes dinamizadas em função do desejo, analisadas cuidadosamente no fenômeno do donjuanismo e do amor de natureza homossexual que, como bem destaca a autora “os histéricos erram de carne em carne na busca de alguém com quem se identificar, inscrevendo em seu corpo ou em sua conduta os efeitos e os fracassos simbólicos”, no eterno questionamento da dúvida acerca da condição de ser homem ou ser mulher. A conclusão apresentada é a de que o histérico empreende, em suas buscas, o saber sobre o que é um homem, da mesma forma que a histérica se interroga sobre o que é uma mulher. Tratando-se do homem histérico há uma expectativa em jogo de que alguém possa lhe dar esse saber. Mas como acontece na histeria, se esse saber é dado, quem o fornece não interessa mais uma vez que, nessas condições, dar o saber quebra a ilusão de completude. Daí então toda postura exibicionista perde, nessa encenação, o seu sentido sendo necessário forjar um novo cenário para demandar esse saber, mas a quem seja impossível fornecê-lo, em um novo ato de exibição em que o que está em jogo é um tipo de sedução que visa capturar o outro, através do auto-oferecimento. Nisso há a manifestação de um excesso que transborda em angústia, sendo esse o móbil da errância de Don Juan.

Temos em sequência, no âmbito da clínica o texto de Felipe Barreto Nery Coutinho intitulado A trajetória de P. S. em análise a partir de um sintoma físico no aspecto amoroso que aborda a dimensão da experiência amorosa no percurso do tratamento, a partir de um rastreamento sobre a incontinência urinária em uma mulher cuja análise tem lugar em uma clínica escola de uma instituição de uma universidade. A narrativa construída sobre o andamento do caso remonta às experiências de vida localizadas na infância, momento em que tal sintoma fez sua emergência e que passou a fazer parte da vida da paciente. Porém, na atualidade, com proximidade do casamento, a paciente encontra-se diante de um conflito que se expressa nos seguintes termos “como eu posso me casar urinando à noite na cama”. Além dessa preocupação, expressa um dúvida no que tange ao relacionamento amoroso: de um lado, deixa bem claro seu desejo pela satisfação sexual, mas de outro, revela o temor ao coito. Desse modo são postas, lado a lado, a dimensão amorosa entendida como busca de completude e, ao mesmo tempo, a falta pelo temor à consumação do ato  sexual em decorrência da limitações impostas pela família e por suas convicções religiosas. Em meio às inúmeras proibições, “a incontinência urinária noturna representava exatamente uma resposta àquilo que não cessa na tentativa de se inscrever, mais precisamente, a marca de seu desejo”. Seguindo essa trilha, o tratamento é conduzido mediante intervenções que questionam as posições subjetivas da paciente, o que faz surgir indícios de resistência com comunicações acerca da possível interrupção do tratamento. Não obstante, em função do desejo do analista, as resistências são rompidas fazendo assim emergir o sujeito desejante mediante o desatar do nó sintomático. Com essa operação, o sintoma físico desaparece  e assim cessa o impedimento que tal sintoma representava para a relação sexual, uma vez que a paciente experimentava colocar em palavras “aquilo que se denomina angústia”.

Mudando de campo de intervenção, mas não de campo de saber, o artigo Criação poética e a afirmação étnica entre adolescentes, relacionado à dissertação de mestrado de Maíra Soares Ferreira retrata a realização de uma intervenção em uma escola. A incursão da autora, nessa instituição, movida pelas ferramentas teóricas do campo do saber psicanalítico em conexão com a literatura e arte, tem como finalidade a construção de um passado de jovens descendentes de famílias afrobrasileiras e indígenas, a partir, principalmente da produção criativa denominada de poeticamusical de jovens que vivem na comunidade onde se encontra a escola. Nessa produção confluem vários movimentos que se fundamentam em diferentes tipos de legados culturais que, embora inicialmente negados, são reafirmados nas criações que manifestam tanto raízes da herança indígena quanto africanas presente na constituição dos arranjos subjetivos de jovens dessa comunidade. O artigo registra uma riqueza dessas produções que tiveram lugar em saraus realizados com a presença de artistas em experiências criativas em torno de três tipos de expressão cultural: cordel, rap e repente. A participação da autora, de forma interventiva, representou um trabalho na construção de filigranas subjetivas para que os jovens encontrassem condições de afirmação de suas características étnicas.  Fica assim o convite à leitura desse artigo que documenta várias produções de forma criativa e inovadora nas quais a autora não mediu esforços para levar a cabo a empreitada que pretendeu em seu belo trabalho.

Uma vez tendo passeado pela clínica em uma instituição e pela intervenção em uma escola chegamos no artigo de Louise Cardoso Barbosa e Alinne Nogueira intitulado Mas afinal, o que a psicanálise possibilita ao sujeito?, no qual as autoras problematizam a relação entre satisfação e felicidade no cenário da atualidade em que predominam a oferenda de inúmeros objetos de consumo ao sujeito. A rica discussão tem seu início marcado pelo imperativo que impõe ao homem contemporâneo a busca de soluções rápidas para sua dor de existir, momento em que a ética da Psicanálise é convocada para a reflexão acerca da dissonância entre a moral vigente que norteia as ações humanas no processo de encontrar meios rápidos e eficazes de satisfação e aquilo que a uma análise pode oferecer em termos da produção de um saber que aponta tanto para a questão da falha ôntica no ser quanto da impossibilidade de satisfação plena. Nisso, então é trazido para o cerne da discussão o cruzamento do discurso capitalista que prima pelo imediatismo e descarte uma vez que como prerrogativa a produção em série, e o discurso científico que fornece subsídios para o aprimoramento do campo de produção. A reflexão pondera que a difusão de uma satisfação rápida e eficaz pode ser o engodo que aprisiona o homem da atualidade em um circuito onde, ao invés de, minimamente, controlar suas poderosas engrenagens vê a mercê de seus dispositivos em uma espécie de submissão e até certo ponto sendo quase que totalmente dominado, pois segundo a elaboração das autoras, parece que “tudo está ao alcance do homem: a juventude eterna, o corpo perfeito, a felicidade prometida, o bebê desejado; enfim, chega-se a questionar se o mal-estar teria sido abolido”. Porém o texto aponta uma interessante observação de que a difusão de uma ideologia que pressupõe felicidade objetiva para todos não deixa de ter efeitos esmagadores na singularidade do sujeito ante a possibilidade de serem limadas as diferenças subjetivas no afã desesperado de atingir um ideal de bem estar padronização que circula nos meios midiáticos. Sabe-se que o homem, ao se engajar, nessa busca de forma irrefletida acaba por sustentar a crença de que em algum lugar e em algum momento a ciência produzirá o objeto ideal à felicidade e que será disponível àqueles que estiverem em condições de adquiri-lo, ou melhor, consumi-lo. O interessante destacamento que é feito nas observações das autoras é o de que a Psicanálise é, provavelmente, o único campo que pode operar às margens daquilo que fica excluído pelo cruzamento dos discursos capitalista e científico oferecendo alternativas de construção de arranjos subjetivos que sejam expressões de seu desejo em que se espera que o sujeito “se engendre cada vez mais nessa maneira de levar a vida que prega a certeza de uma satisfação garantida” de modo a questioná-la, visto que, sinalizam as autoras que se constata uma insatisfação, cada vez mais crescente, sobretudo naqueles que demandam uma análise. Enfim, são tecidos argumentos muito bem sustentados teoricamente acerca dessa questão. Em primeiro lugar, é demonstrado que a busca por técnicas e soluções que ofusquem a frustração perante a realidade não minimiza a insatisfação, pois o mal-estar é ineliminável. Em segundo lugar, a dor de existir e a falta de satisfação dizem respeito à própria constituição do sujeito enquanto ser na cultura com sua marca impressa pelo desejo. Para concluir as autoras situam a posição da Psicanálise acerca dessa circunstância com uma bela metáfora extraída do pensamento freudiano: “não deixar de caminhar apesar da impossibilidade de voar”.

Finalizando a sessão dos artigos chegamos ao texto Kant, o juízo de gosto como fundamento subjetivo da estética: por que razão pensa Kant que o juízo de gosto estético é subjetivo?de  Luciano Bezerra Agra Filho. O ponto de partida do autor é a indagação sobre o conceito de estética no pensamento kantiano. Tal questionamento é veio de muitas respostas, mas igualmente de muitas indagações o que leva o autor a realizar um primoroso percurso em pensadores para uma releitura da concepção de estética. São apresentadas, de forma crítica, posições de pensadores acerca do que seja a ideia de juízo crítico extraído do pensamento de Kant. Para tanto são evocadas as três grandes obras conhecidas como críticas que compõem o sistema denominado criticismo. São tecidas considerações com argumentações bastante precisas e bem articuladas no âmbito do pensamento filosófico. O autor chega a conclusão de que há uma incompatibilidade da estética com a razão teórico-instrumental, porém argumenta que tal incompatibilidade deva ser considerada como o indício de sua profundidade. O argumento das considerações e ponderações feitas assenta-se no pensamento de Lyotard que “abre caminhos para as ciências humanas, convidando-as a refazer criticamente a arqueologia de seus conceitos”. Na reflexão a que se destina o autor há um destaque, senão uma advertência para que seja colocado como temática em discussão, o retorno da razão sensível em campos de saberes-nos quais a ideia de norma é enfática: a moral e o direito. Além de passear por uma bibliografia sólida com relação à questão da estética, o autor apresenta sua contribuição de que a estética revela-se como crítica da crítica e, de forma curiosa, finaliza seu texto com mais uma indagação: o que vem a ser estética? O que em muito enriquece seu trabalho.

Fechando esse número temos resenhas de dois livros e também de um filme. Em umas delas o livro Ensaio sobre o dom de Marcel Mauss, escrito em 1925,é minuciosamente analisado de forma cuidadosa por Glaucia Peixoto Dunley, em um trabalho intitulado: Ensaio sobre o dom, de Marcel Mauss: um compromisso com o futuro da Psicanálise. Na outra, temos o trabalho de Tatiana Porto Campos, sobre o livro organizado por Betty B. Fuks, Néstor A. Braunstein intitulado: 100 anos de Novidade A moral sexual “cultural” e o nervosismo moderno, de Sigmund Freud [1908-2008].

Na resenha sobre o livro de Marcel Mauss, a autora circunscreve a concepção de dom, destacando a maneira originária que é apresentada pelo autor em termos de questões em termos de trocas e também da criação de vínculos afetivos. É apresentada pela autora da resenha a contribuição de Marcel Mauss em relação à constituição da rede de relações sociais tanto entre sujeitos quanto entre grupos. O argumento principal que serve de fio condutor às conclusões é o de que a dívida e a obrigação são suportes que, na condição de formas de reconhecimento, permitem aos sujeitos a condição de receber e retribuir. Daí a resenhista parte para repensar a potência afirmativa do originário presente em comunidades antigas e atuais como o veio organizador de movimentos sociais. Esse aspecto da obra não passou despercebido por autores como Lévi-Strauss, Bataille, Freud, Lacan, Derrida, Godelier que estabelecem interlocuções acerca do dom, em especial, no âmbito do saber psicanalítico onde o dom é pensado no contexto da pulsão de morte. Fica aqui o convite para a leitura desse trabalho rico, sobre um livro da segunda década do século passado e que incita muitas reflexões para psicanalistas e outros pensadores.

Daí chegamos à outra resenha que tem um distância temporal de quase um século onde Tatiana Porto Campos apresenta as contribuições de diferentes autores que escreveram na obra organizada por Betty B. Fuks, Néstor A. Braunstein. São textos originais com contribuições atuais no campo da Psicanálise e que a apresentação da resenhista oferece a possibilidade de uma visão panorâmica de cada capítulo. Sua escrita instigante já em por si própria um convite ao deleite da leitura, especialmente se atentarmos a convocação feita no título com sua abertura enigmática 100 anos de Novidade e o destacamento acerca da paixão dos autores na disponibilização de manterem a fidelidade na leitura do texto freudiano.

Para concluirmos esse número, a resenha de um filme é nossa novidade.  “O trem da vida” de Radu Mihaileanu, a quem cabe também o famoso filme “A vida é bela”, conta as peripécias de um grupo de judeus que, durante o regime do Terceiro Reich, tenham fugir da aproximação do exército alemão, reunidos todos num falso trem capturados. Luis Vinícius do Nascimento sublinha o tom conseqüente e bem humorado com que questões densas e fundamentais são tratadas nessa obra que certamente merece ser sempre lembrada.

Agora, deixamos ao leitor o encargo de nos acompanhar e fazer também suas reflexões e avaliações.

Por Denise Maurano Mello e Francisco Ramos de Farias





Denise Maurano Mello e Francisco Ramos de Farias

Denise Maurano Mello e Marco Antonio Coutinho Jorge

Fellipe Castelo Branco

Luciana Del Nero e Ana Maria Costa

Raquel Briggs de Albuquerque

Marcus Vinicius Resende Netto

Danielle Assis de Souza

Felipe Barreto Nery Coutinho

Maíra Soares Ferreira

Alinne Nogueira e Louise Cardoso Barbosa

Luciano Bezerra Agra Filho

Resenhas

Glaucia Peixoto Dunley

Tatiana Porto Campos

Luis Vinicius do Nascimento


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Bruno Carvalho,
15 de out de 2016 23:08
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